sexta-feira, 9 de maio de 2014

"DE OLHO NO MUNDO LÁ FORA"

De acordo com a Fundação Joaquim Nabuco, em sua página na Internet, a cada dia tem crescido o número de jovens que viajam para os Estados Unidos em busca de uma educação. Os resultados do Instituto Internacional de Educação, apontam para um crescimento de 8% no número de brasileiros que cumprem essa jornada. Embora o Brasil ainda se coloque atrás de outras diversas potências emergentes, esse relatório já nos demonstra a intensidade daquilo que pesquisamos: Do interesse em se cursar o Ensino Superior lá fora e seu primeiro passo, a inclusão de jovens e crianças em escolas bilíngues.
Segundo o IIE informou em seu relatório, Open Doors, atualmente os Estados Unidos contam com 8767 estudantes oriundos do Brasil.
Acredita-se que este "fenômeno", traz resultados positivos por proporcionar experiências obtidas nas trocas e consolidam laços entre povos e nações.
Diante desses resultados e relatórios de pequisas americanas, tornamo-nos reflexivos ao idealizar o tipo de jovem que participa desse processo. Surgem questões desafiadoras que envolvem: como, quem e por que?
Quantos realmente são capacitados para empreender essa jornada? E quantos jovens das redes públicas de nosso país participam dessa fatia de oportunidade? Por que deveríamos deixar nossa pátria para buscarmos um ensino de qualidade e excelência no mundo lá fora? Como entender o processo de exclusão por trás desse intercâmbio que "consolida" os laços entre povos e nações? Desde o Ensino Fundamental ao Médio está incluído no currículo o ensino de línguas estrangeiras, por que este não tem-se mostrado suficiente para capacitar alunos da escola pública para essa globalização?



http://www.fundaj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2223:cresce-16-o-total-de-brasileiros-que-estudam-nos-eua-&catid=87&Itemid=782


Um comentário:

  1. A questão é exatamente essa, quantos realmente são preparados para viver em outro país, convivendo com outra cultura, outros costumes? e por que o nosso sistema de ensino não nos permite ter uma educação tal que contemple o aprendizado real de pelo menos uma língua estrangeira? São questões que ao longo do tempo esperamos ver respondidas.

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